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Foto: Felipe Iruatã | Ag. A TARDE

Presente principal da Colônia de Pescadores Z1 a Iemanjá, o golfinho gigante com a imagem da Rainha do Mar adentrou as águas marítimas por volta das 16h30, levando milhares de oferendas que representam o sentimento de esperança do povo que crê na força da mãe das águas.

Acompanhados de outras embarcações, os pescadores entregaram o presente em alto-mar, enquanto outros participantes da festa assistiram, em terra, ao cortejo, que seguiu sob aplausos e fogos de artifício.

Durante a descida até a praia, muitas pessoas ajudaram a levar o presente no trajeto pela areia e algumas apenas tocaram a escultura, que era carregada por salva-vidas do Salvamar. O ritual faz parte da festa de quase cem anos, que neste sábado, 1, se tornou patrimônio cultural de Salvador.

Emocionados, os participantes que agora começam a se despedir da festa de Iemanjá, não deixam de aproveitar cada minuto dos atos de reverência deste dia. Cada um com seu ritual particular e sua fé simbolizados nas vestes brancas e azuis.

É o caso de Laís Assis, integrante de um terreiro de Salvador, que trouxe seu filho de 1 ano de para prestigiar a festa. “A emoção eu não consigo expressar. Não pude descer por conta do meu filho, mas o trouxe porque ele também gosta desses festejos”.
Fonte: Jornal A Tarde (Reoporter Shagaly Ferreira, 02/02/2020

:: Laço Afro
Estúdio de arte, educação e produção cultural de Wilton Bernardo

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